Colocando a cabeça no lugar

fevereiro 12, 2010

Nos ensinaram uma técnica para lidar com raiva, estresse, tristeza e outras desordens pensamentais que gostaríamos de compartilhar.

Primeiramente, notemos que o “turbilhão de caos” que por vezes tomam nossa mente e não nos deixam ficar tranquilos para enxergar soluções, pode ser causado pela insistência numa tarefa (física ou mental) a partir de abordagens que nunca deram soluções (ex. reclamar sem propor algo melhor, maldizer, trabalhar mal, se irritar, etc).

A técnica que queremos compartilhar é baseado em trazer o foco mental para um lado mais racional e pragmático através do desenho.

Definição do problema

Há uns seis dias atrás me sentia saturado e de “cabeça cheia” e procedemos da seguinte forma:

Técnica proposta

1 – Pegamos grafite e papel

2 – Abrimos Os cadernos de Leonardo da Vinci na “Plate IX” (poderia ter sido outro desenho, mas acreditamos ser preferível o rosto de uma pessoa séria e tranquila).

3 – Voltamos a nossa mente para a execução do desenho.

4 – Marcamos no papel as medições das proporções do rosto (como sugeridos pelos traços de da Vinci).

5 – Copiamos vagarosamente a cabeça para caber dentro das medições (o resultado é mostrado neste post).

Resultados

Depois de terminar a tarefa escrevemos o seguinte (que pode ser visto na parte de cima do desenho)

“Antes de começar a desenhar estava estressado e de cabeça cheia, agradeço às leis Naturais que fixam o grafite no papel e ao artista cujo traço tentei copiar”.

Conclusão

É fato que tenha funcionado em nosso caso mas sugerimos que o leitor faça suas próprias experiências de “colocar cabeças no lugar” para verificar a validade (ou não) desta técnica no combate à desestrutura mental.

Post Scriptum: É óbvio, mas não custa nada lembrar. Esta técnica é baseada na bem estudada programação neural baseada em comportamentos e na meditação (e/ou oração) para a busca de paz mental. O fato de desenhar é um mero detalhe que propomos para manter o comportamento tranquilizado. Não estamos sugerindo (porque não temos base para isso) que desenhar cabeças tenha algum tipo de “poder cósmico” que por si só nos livre dos problemas. É preciso antes de tudo QUERER ficar tranquilo.

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